Rildo

sábado, 24 de novembro de 2018

O tempo e o sonho

O tempo anda carregando,
para bem longe...
O brilho na face,
que enrugada, pálida
de sofrer cansada.
O tempo é infinito,
como os sonhos
dos famintos,
que suplicam o pão,
lacrimejam o coração...
O tempo me deixa
atento, ao relento.
Tira de mim,
os beijos indesejados,
os abraços amassados,
me deixa calado, atado.
E ao lado da saudade,
que saiu pra passear.
Vejo a vida sangrar, 
meu cando cantar,
desencantar...
com pena do olhar
que olha para outro
lugar, sem enxergar.
Eu a esperar, o querer
não mais voltar,
faz meu caminho
terminar, sem ao menos
chegar e depois ficar
a sonhar...

Por Rildo Rios

domingo, 18 de novembro de 2018

JOVENS DE PÉ DE SERRA PARTICIPAM DE SEMINÁRIO PEDAGÓGICO DO NEOJIBA



Três jovens monitores do Ponto de Cultura Sons da Vida participaram entre os dias 13 a 17 de novembro do III Seminário Pedagógico da Rede de Projetos Orquestrais da Bahia e 2° Encontro de Bolsistas do Programa de Capacitação em Ensino Musical Coletivo - PROCEC em 2018. 
Momentos de interação e aprendizado coletivo marcaram a relação dos monitores/músicos com a Rede de Projetos Orquestrais da Bahia e o Neojiba na cidade de Irecê/BA.O encerramento foi sábado 17/11, as 15h, com grande concerto da orquestra formada por jovens músicos multiplicadores de todo o estado da Bahia. 
O Ponto de Cultura Sons da Vida, é um projeto desenvolvido pela Filarmônica Lira 6 de Agosto, que tem a música como instrumento de transformação social oferecendo aulas gratuitas de iniciação e prática musical na sede do muncipio e nos povoados de Novo Ouricuri e Caldeirão da Prima.
Os integrantes, Cecília, Luiz Henrique e Odirley Lima são jovens multiplicadores formados dentro da Instituição, e que desenvolvem um trabalho importantes na renovação da Filarmônica.  

Pé de Serra está de parabéns por ser representada em um evento importantes para a música no estado da Bahia, e com essas ações torna o projeto sustentável muito mais potencializado com a formação continuada e a troca de saberes entre os participantes.


Por Rildo Rios

domingo, 11 de novembro de 2018

A Poesia no Escuro
Enquanto o Sol dorme,
as palavras dos poetas
borbulham no caos,
de vidas esquecidas.
Poesias de liberdade,
surgem nas prisões
dos porões da senzala, 
de escravos do poder.
Escritos da Cruz do bem,
moldam a simplicidade
da vida...
que segue.
Dizeres do mestre esquecido,
soam como o silêncio,
um gemido.
Os donos e donas da luz,
do Sol, rei do mundo,
pensam saber de tudo,
um egoísmo profundo.
Aquele poeta desletrado,
mas vívido de emoção,
rabisca,
se arrisca,
pequeno,
como faísca.
Querem tombar a poesia,
como de fora melancolia,
Não sabem dividir as letras,
saboreiam a hipocrisia,
Os poemas vivem,
escondidos na alma,
dos solitários andantes.
Que sonham,
verbaliza,
sentimentos.
E vive, padece,
Quando o Sol,
escurece, sobe
e desce.
o dia amanhece,
e a poesia invisível, 
aparece do nada, 
segue sua jornada, 
triste, ofuscada
calada.

Rildo Rios

domingo, 21 de outubro de 2018

MEU GRITO

Olhando para o chão,
peso do ferro e madeira,
Eu grito em silêncio.
será a vida inteira?

Já não escutam o clamor,
de quem grita sozinho,
os ouvidos entupidos,
de pedra no caminho.

Amigos se calam,
fingem não escutar
o brado triste do bem,
que um dia poderei dar.

O peso que carrego só,
tem gosto azul feroz,
afoga aos poucos a vida,
faz calar minha voz?

Ainda me arrasto na terra,
deixando marcas profundas, 
Uma água de sangue que vem,
e minha esperança se afunda.

Mas ainda grito calado,
Alguém me ouve em vão,
Os surdos amigos de luta,
um dia também gritarão.

Meu grito de tanto soar,
está virando gemido,
dores, lamentos na alma,
de um coração ferido.

Grito por dias de paz,
Grito por fé e bondade
Grito por quem padece,
a procura da verdade.

Grito,
sempre,
Meu grito!

Rildo Rios, é estudante de Pedagogia e de Direito. Escreve para libertar-se!







sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Desler!

Fonte: https://www.pensador.com/frase/NzkyMTg4/


Leio a hipocrisia humana,
Nas letras disfarçadas de
Poesias...
Leio o orgulho,
Vendido no mercado,
a preço de dores alheias.
Leio na praça de gente,
notícias de barrigas cheias...
Não sabem ler a fome,
de meninos e meninas,
famintas.
Famintas de justiça,
e sonhos possíveis...
Leio em letras mortas,
invisíveis...
que o bolso inchado,
de moedas sanguinárias,
são filhas do sangue
da gente, gente do bem!
Leio o futuro vazio,
pois escrevem para vós,
 e nós pobres desletrados,
somos desdeixados,
humilhados...
Exaltados?
Escrevo sem segredos,
E leio a voz da verdade.
Rabiscos e devaneios,
Prevejo uma esperança,
no meio da vida.
Caminho lendo e relendo,
não entendo as frases vazias,
Entendo é o ódio na folha,
disfarçado de alegrias...
Eu Leio?
Leio eu...
Lemos nós?
Eles não leem
as lágrimas caídas,
estão ocupados
em descrever,
sua vidas, 
salvas?
ou perdidas?

Desleio!


terça-feira, 16 de outubro de 2018

Liberdade se vai...



Pudores enrustidos,
Na alma...
Dores que sangram
No peito.
Castigos vêm de perto,
Feridas abertas latejam...
Prantos em silêncio,
Dias que virão.
Açoites e prisões,
Gaiolas invisíveis.
Asas cortadas...
Mentes com medo,
Do herói das ilusões.
E sob mentiras,
Sua gente padece.
O ódio na alma,
Liberdade entregue.
Que um dia chegou,
E agora se vai...
Para onde?

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Apenas sangramos...


Sangra - se em silêncio...
Joelhos dobrados, cansados;
Palavras perdidas, ditas?
Não, mal ditas.
Malditas!
Promessas vil,
O homem mentiu,
e se saiu,
E o vento
O carregou pra longe,
Bem longe...
Dos sonhos do bem.
O novo é o velho,
O velho é o novo?
Não se sabe...
Se as preces clamadas,
São ouvidas na noite,
E o dia que traz a vida,
as vezes, sem saída.
Ajoelha- se ao pé do trono,
Dos reis e deuses vãos...
se nutrem da flor da terra
depois pisam e se vão,
A paz, que acalma a alma,
Da gente que tem fé,
É tirada a força de dores,
Faz da vida bela,
Horrores.
E o silêncio aperta o peito...
que dói daquele jeito,
De um lamento,
Perfeito.

47 anos de vida, dores e amores.

Quando criança na data de meu aniversário, considerando que era de uma família muito pobre de uma cidade do sertão nordestino, nunca pude ter uma festa. Era uma coisa utópica, mesmo que na época nem sabia o que era utopia. 
Assim como Eu, meus amigos de infância também não podiam ter festas e nem comemorações, mas nem por isso a gente deixava de pensar na data como algo importante, pois isto era disseminado pela vida social. Minha primeira comemoração, foi no ano de 1999 quando trabalhei no Censo do IBGE, lá fiquei surpreso e com vergonha, pois era algo longe de minha realidade. 
Meus colegas de trabalho prepararam uma surpresa para meus 28 anos, achei estranho mas foi gratificante, nós seres humanos temos esse lado de vaidade e no meu caso muita emoção. Hoje para mim, tanto faz. Se tiver surpresa beleza! Se não a vida que segue... e se tudo ocorrer com o fluxo natural esperado comemorarei sozinho ou com colegas mais um dia de um novo ano de vida que poderá se completar ou não nessa incerteza que é a grande labuta do nosso viver. 4.7 de lutas, dores e amores. 

Rildo Rios

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Voto Livre: Uma utopia em nossa política.

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Imagem Google.
Comecemos esse texto com o enunciado da nossa Carta Magna, em seu Art.14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei [...]. Pois bem, qual o valor do voto do cidadão? E qual o preço a se pagar pelo valor recebido? E quem ensinou ao povo a vender seu voto, tornando com isso um círculo vicioso e preocupante para nossa sociedade?
Quem compra o voto alimenta o sistema político perverso, e quem vende se nutre e se contamina com as migalhas assassinas  que poder se utiliza para dominar a sociedade. A venda e a compra do voto é um precipício na construção da liberdade, e uma barreira grande para quem não entra nesse jogo de compra e vende e vende e compra, no final o povo é quem paga a conta dessa engrenagem avassaladora.
O sistema político plantado  em nossa terra se tornou uma erva daninha, sem controle e sem perspectiva de mudança de rumo, a cada hora, dia, semana meses e anos essa estrutura cria mais raízes e enfestam a nossa sociedade. É uma ideia de quem pode comprar mais, pode fazer mais, e as ideias e a vontade de se fazer diferente fica à beira do caminho, vendo a onda de cifrões levar nossa esperança.
Quantos votos livres devem existir nessa prisão que se tornou a política em nossa Nação? Difícil de se calcular, pois nas entranhas do poder o dinheiro é quem fala e traça o destino de nossa gente, gente essa que foi treinada para vender seus sonhos, e alimentar o campo minado dos poderosos que compram o futuro do País.
Quem não quer ou não pode comprar o pseudo "voto livre" da gente, não vai poder fazer nada para alterar o fluxo doentio que move a nossa pobre e podre política, é um estado de desesperança de tristeza enrustida na alma de quem almeja dias melhores. O que resta aos compradores é a carência dos miseráveis e imutáveis seres do bem que foram transformados em zumbis de eleições. E para esses pobres vendedores de sonhos, ainda resta muitos votos para serem vendidos e trocados por migalhas dos homens do poder dominantes, que depois da compra se lambuza com a fartura colhida em suas terras produtoras de frutos venenosos para nossa sociedade doente.

Rildo Rios é professor estudante de Direito e um cara que a cada dia se desespera com os rumos da nossa política.

domingo, 16 de setembro de 2018

Política e os pequenos construtores do bem


A política bem planejada e com intenções de fazer o bem, é um instrumento de transformação humana. Entretanto, a política sem nexo com os anseios da sociedade, é um instrumento de destruição dos planos e dos sonhos de um mundo mais equilibrado.
Para Montesquieu a vida política de um país não é determinada por uma qualquer fatalidade, já que os homens são livres e “enquanto seres inteligentes violam constantemente as leis que Deus estabeleceu, modificando também as que eles próprios criaram”. Vale frisar essa definição de “homens livres”, já que a liberdade plena não é possível, considerando que temos as LEIS para frear as vontades humanas e resolver conflitos da sociedade. E é nesse raciocínio que o desenvolvimento das relações políticas parece perdurar há muito tempo, vejamos hoje que as escolhas políticas de muitos estão condicionadas as condições de poder econômico, tornando em muitos casos homens e mulheres escravizados pelos detentores do domínio político sobre os indivíduos.
Entretanto, mesmo com alguns desequilíbrios diante de vários fatos históricos da humanidade, a Política pode ser uma ferramenta de construção do desenvolvimento social e humano das pessoas que almejam compartilhar suas ideias de transformação, através da prática e ações que contribuem para uma vida menos desigual no mundo. Pensando assim, é que a visão do grande filósofo Platão quando escreveu: “ o castigo dos bons que não fazem política, é ser governado pelos maus”, nos leva a refletir o que fazer através da boa política para contribuir com nossa interação nesse grande desafio que é lutar junto com muitos que enxergam a política com o pensamento de fazer o bem.
Há uma grande batalha desigual de gente sem poder econômico adentrar no mundo da política, visto que, os mais fortes sempre oprimem, escravizam e humilham os pequenos construtores em seu território da prática da politica humanizadora e benevolente. Presenciamos hoje um momento em que a política é questionada e criminalizada, pois, ela é sistematicamente confundida com as ações dos políticos profissionais, principalmente, pelos maus políticos, que além de tudo dominam seu território, monopolizando e dominando, formando com isso uma Clã familiar e hereditário, excluindo com isso gente que poderia contribuir e melhor para um meio social mais equilibrado.
Infelizmente, ainda muita gente segue os políticos de poder, são conquistados e enganados sempre pela condição financeira e econômica, pois para muito o dinheiro e a ostentação de vaidades, atraem mais do que pequenos atos de pessoas que fazem muito mais sem ter a riqueza aparente que pode ter vindo do sangue de gente inocente.
Portanto, vamos seguir em frente ... a mudança é lenta, a conscientização dos pequenos iludidos pelos poderosos também caminha a passos de formigas, e vale salientar que mesmo pequenas, as formigas quando se unem constroem e alimentam o formigueiro inteiro, levando sempre adiante o instinto da união, da cooperação e do trabalho livre e constante para manter a vida sempre em movimento do vai e vem pela sobrevivência.

Rildo Rios é professor, graduando de Pedagogia e de Direito. Atua como músico e coordenador do Ponto de Cultura Sons da Vida.


terça-feira, 21 de agosto de 2018

Afastar - se ou mover para fora: As emoções


Segundo definição no site www.significados.com.br, EMOÇÃO é uma sensação que é provocada por algum estímulo, que pode ser um sentimento ou um acontecimento. A origem do latim vem da palavra ex movere, que significa “mover para fora” ou “afastar – se”. Não se pode conceituar as emoções, o que pode ser plausível é entender e respeitar os sentimentos de cada um indivíduo, sem julgar e nem tão pouco querer impor ideias racionais, mesmo porque viver sem emoção remota uma vida fora da natureza humana.
Para o psicólogo Robert Plutchik os seres humanos têm oito emoções: confiança, alegria, tristeza, medo, raiva, surpresa, aversão e antecipação. Não tentemos conceituar cada uma delas separadamente, considerando que as reações são diversas de acordo a personalidade dos indivíduos e o comportamento humano, levando em consideração também o ambiente social onde se vive. A necessidade de se respeitar as emoções possivelmente contribuirá para a diminuição de conflitos entre pessoas evitando o surgimento de violência emocional, o que pode encaminhar as pessoas para as veredas perigosas da violência física.
Existe a necessidade de se cultivar as emoções positivas como a confiança, a alegria e o medo, sendo este último em muitos casos importante para evitar sofrimentos que nos leva a tristeza. A confiança é relativamente ligada a verdade e a sinceridade, ser confiante em si e nos outros equilibra nosso viver. A alegria surge na nossa satisfação e desejos alcançados e vivenciados, demostramos alegria até mesmo com as lágrimas derramadas na face. A tristeza é o lado oposto e escuro da alegria, é uma sensação negativa e nos leva a angústia e a confusão de sentimentos mesclados em nossa alma. A raiva é um lado obscuro do ser humano, ela cria monstros dentro de nós e nos leva ao desequilíbrio emotivo e afetivo. A surpresa é um termo muito amplo, e dela pode surgir reações positivas e negativas, é necessário prudência e cautela para aceitar as surpresas da vida e do mundo. A aversão nos leva a antipatia ou desprezo com os comportamentos alheios, e em alguns casos nos faz fazer julgamentos antecipados das pessoas de bem. A antecipação pode se relacionar com várias emoções, pois sofremos, comemoramos, choramos por antecedência, é importante ser paciente na espera e procurar entender as pessoas e os ambientes para equilibrar nosso viver.
O cérebro controla nossas emoções, e desencadeia reações químicas e físicas em nosso corpo. É importante aprender a conviver com nosso campo emotivo, criar defesas para as emoções negativas de gente desprovida de sentimentos de afeto e amor próprio e ao próximo.
O respeito sempre será bem-vindo no campo das emoções, espeitar é saber ouvir, calar e falar o necessário para se manter as boas relações entre pessoas com humildade e afeição recíproca.
O “Afastar – se” de sentimentos e emoções ruins seja talvez o ponto de equilíbrio, pois expele- se os sentimentos negativos sem possibilidade de deixar os mesmos retornarem para nós, assim como livrar nossos semelhantes de seus efeitos devastadores. Precisa – se “mover para fora” é a alegria, a confiança e as boas surpresas que podemos receber e oferecer aos nossos irmãos humanos.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Equilíbrio e contrapeso nos conflitos.



Ser ponto de equilíbrio nos conflitos interpessoais e sociais em nosso meio de convivência, é um desafio a ser enfrentado a cada dia. Nesse contexto, onde os interesses individuais procuram sempre se sobressair em relação ao bem comum, e que parece existir uma balança de medição de forças, é necessário que sejamos os contrapesos para dar equilíbrio e ponderar as imperfeiçoes humanas nesse mundo a cada vez materialista e individualista.
Ao que parece o egocentrismo, pode ser um fator que cria conflitos e leva os indivíduos aos desencontros de ideias, e em seguida o risco de violência emocional conduzindo em muitos casos ao extremo da violência física e real. Ser o contrapeso não é fácil, pois talvez seja necessário assumir riscos, reparar os erros alheios com resiliência e empatia, e nesse sentido é que pode surgir uma esperança na disseminação da paz e da ordem social.
Existe uma ideia de sempre verbalizarmos em primeira pessoa (eu isso ou eu aquilo), parece ser natural de nós humanos, e diante desse dilema surge a desesperança de dias melhores. No próprio campo do Direito, em uma lide, existem conflitos de interesses, e em busca da justiça, através das Leis é que se dar a ideia de aplicar os contrapesos para equilibrar as forças e vontades das partes.
Um caminho a seguir pode ser o do entendimento da capacidade natural de errar, somos impotentes e cheios de fraquezas enrustidas no corpo e na alma, e aceitar que errando poderemos refletir sobre tal erro, e procurar caminhar em um novo caminho alinhado com o que aprendemos no percurso. Cometer os mesmos erros sempre, é estado de desequilíbrio e muito egoísmo da parte de quem se comporta dessa maneira, façamos o favor de respeitar, assumir responsabilidades, cooperar com os injustiçados e interagir com as pessoas nessa vida que passa para todos nós.
A célebre frase de Sócrates “Conhece – te a ti mesmo”, até parece um ato de egocentrismo, mas através desse possível conhecimento é que poderemos conhecer o nosso EU, para ser o ponto de equilíbrio e o contrapeso na balança de um mundo mais justo e humano.

Por Rildo Rios

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Município de Pé de Serra deixa de celebrar convênio de pavimentação

Espelho da Emenda no Siconv

Município de Pé de Serra, deixou de celebrar um convênio (nº 018912/2017) no valor de R$ R$ 303.212,00 junto ao Ministério das Cidades. O repasse dos recursos seria oriundos de uma emenda parlamentar do Deputado Federal Lúcio Vieira Lima, que tem o apoio do ex - prefeito e vereador Antonio Jorge Rios, e seria plicado na pavimentação de ruas conforme consulta ao Portal de Convênio do Governo Federal (Siconv).
A proposta foi cadastrada no dia 21/03/017 e finalizada em 26/04/2017. Já no dia 25/04/018o Ministério das Cidades através de um parecer do senhor Bruno Pinto da Caixa Econômica de Feira de Santana, solicitou complementação da proposta para empenho e entrega do projeto. No entanto até o dia 27/02/2018 (10 meses depois) o setor responsável da prefeitura não cumpriu o parecer e nem entregou a documentação para dar prosseguimento ao pleito e assinar o contrato para executar a obra. Foi aberta a Conta 0066470369 na Agência 3644-7 de Riachão do Jacuípe, porém o prefeito não foi regularizar a conta, conforme demonstra na página do Siconv.
É uma notícia muito negativa para a população de Pé de Serra, pois várias ruas deixaram de ser pavimentadas e o recurso foi perdido por falta de eficiência e comprometimento do Sr prefeito Antonio Joilson, pois tudo indica que a demora  e negligência por parte de sua equipe ocasionou um dano a comunidade de Pé de Serra.
Os fatos aqui narrados poderão ser acompanhados no endereço eletrônico: https://www.convenios.gov.br. Vale salientar que a referida proposta foi cadastrada por Rildo Oliveira Rios, quando o prefeito forneceu a senha para o mesmo ajustar a proposta no portal, e o mesmo não recebeu pelos seus serviços prestados ao município.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Ponto de Cultura Sons da Vida no Encontro de Gestores


A imagem pode conter: 4 pessoas, incluindo Rildo Funga, pessoas sentadas


O Gestor/Coordenador Rildo Rios do Ponto de Cultura Sons da Vida da Cidade de Pé de Serra participa entre os dias 24 a 28 de julho de 2018 do V Encontro de Gestores da Rede de Projetos Orquestrais da Bahia na cidade de Teixeira de Freitas.
O evento é uma iniciativa do NEOJIBA (Núcleo Estadual de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), IASPM, Estado da Bahia, Ministério da Cultura, Governo Federal e conta com o patrocínio da CIELO, apoio Instituto de Cultura e Educação e Desenvolvimento. Acontece ao mesmo tempo da realização do III Colóquio Nacional de Educação Musical, e tem o tema: O Ensino Coletivo de Música em Espaços Formais como Recurso Didático no Processo de Formação Docente, tendo o ICED como realizador e apoio Institucional o IBM  (Igreja Batista Memorial), IASPM e a UNEB, com apoio financeiro do Governo da Bahia.
O Ponto de Cultura Sons da Vida é um projeto desenvolvido pela Filarmônica Lira 6 de Agosto, onde são ministradas aulas gratuitas de teoria e prática musical para crianças, jovens e adolescentes na sede e povoado de Ouricuri de Pé de Serra. A Entidade faz parte da Rede de Projetos Orquestrais da Bahia desde meados de 2010, quando o NEOJIBA difundiu suas ações no interior da Bahia.
Apesar de não ter apoio do poder público municipal atual, a Filarmônica segue seu trabalho com parcerias e apoio da comunidade local. Através do Edital do PROCEC 2018 foi possível a seleção de três monitores capacitados e acompanhados por professores da Rede, onde os mesmos desenvolvem suas atividades de aprender e ensinar teoria e prática musical dentro do espaço do Ponto de Cultura.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Cadê o salário do Professor professor?

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Fonte:https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/01/22/e-possivel-negociar-salario-na-entrevista-de-emprego-mas-com-cuidado.htm

A apropriação indevida de salário está prevista no 
inciso X do artigo 7º da Constituição Federal disposição de proteção salarial, constituindo crime sua retenção dolosa.


Venho travando uma grande luta desde abril de 2017 quando o prefeito menino de Pé de Serra se apropriou do meu salário. Para quem não entende ou não quer entender possivelmente vai dizer que o narrador não trabalhou - engano de quem pensa assim, pois tenho provas documentais para sustentar os fundamentos de minha indignação, frente a canalhice e maldade do "menininho velhaquinho e seus soldadinhos e soldadinhas do mau", autênticos algozes do carrasco mor.
O ex - secretário de educação com sua maldade enrustida e sua voz de trovão destruidor, saiu do cargo sem cumprir sua obrigação pois sabe que trabalhei, entretanto por ordens de seus manos desafinados e desprovidos da boa - fé familiar e administrativa, usurparam meu salário. E o que deixa mais trágico, é que ainda vão para igreja fazer teatro diante de Deus. Mas Deus sabe de tudo secretário do "cão".
O novo quase secretário, está careca de saber que tem um fardo para carregar, e tem a missão de continuar a não atender os pedidos de pagamento feitos através de ofícios, que nem mesmo tem a capacidade de responder, descumprindo assim, a Lei de Acesso a Informação. A sua cabeça deve ser muito pesada de problemas passados,e por isso deve querer descontar em seus desafetos presentes em seu ego de destruição. Mais cedo ou mais tarde as respostas virão, e você secretário deveria seguir os preceitos morais e éticos de sua família, e procurar saber o quanto tenho para receber de responsabilidade sua, pois o senhor assumiu o bônus e o ônus desta pobre secretaria de algozes e parasitas. Tenho nojo de seus atos, e pare para pensar que estão fazendo vergonha, o povo é quem vai dizer.
Enquanto ao menino prefeito do mau, menino sem palavra, menino sem moral, menino sem respeito a dignidade humana, este já está pagando muito com o abandono que está sofrendo por quem lhe ajudou a chegar ao poder. Saiba que poder é dever, e na administração pública só se pratica atos que a Lei determina. Sua procuradora jurídica, possivelmente não aprendeu o exposto na Lei de Acesso a Informação, e nem tampouco se dedicou a estudar o Código de Ética dos Advogados, para assim responder um documento protocolado tendo a mesma como destinatária, mas é claro Ela faz parte da quadrilha de algozes, com uma barriga cheia de maldade para despejar.
Ainda tem uma diretora de escola, que sabe que trabalhei, se omite e submete as ordens do mau, e ainda vai para o templo religioso falar com Deus, não fale... tente escutar os ensinamentos de justiça e benevolência ao próximo, colega. Leia Timóteo 5:18.
Enquanto isso eu vou vivendo, sofrendo e aprendendo que seus planos de me abater e exterminar não deram certo, pois tenho coragem bastante para suportar e me preparar para as tréplicas que virão. A você caro leitor, que chegou até aqui, entenda que essas pessoas são desumanas, persecutórias e desprovidas de bondade.
A gente vai em frente, se defendendo dessa gente que não é gente. Podem sorrir, comemorar, usurpar e se deliciar com os sofrimentos alheios. Portanto entendam que o tempo passa, a vida termina logo ali na próxima curva do caminho, e pode recomeçar na estrada reta e livre de marretas maléficas e ondas destruidoras.

PS. Sei que esse texto será lido por poucos, assim como não mudará os planos que prepararam para mim e minha família, mas quem sabe os planos do Deus Criador, seja repleto de bondade  esperança.

Ainda vivo, Rildo Rios

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Inteligentes do bem: Pense e mude de caminho.


Segundo a definição do site (https://www.gramatica.net.br), a palavra “inteligência” tem a sua origem no latim, vem de INTELLEGENTIA, que significa “capacidade de entender”, de INTELLIGERE, formada por INTER-: “entre” e LEGERE: “escolher”. Portanto, o vocábulo inteligência refere-se ao que se revela INTELLEGENS (inteligente), ou aquele que compreende, percebe, conhece e sabe discernir sobre determinadas questões. Para uma interpretação mais popular, digamos que ser inteligente é ser melhor do que outras pessoas, será? Desenvolvimento da cognição não está sustentado em poder de riqueza de bens, pode ser observado como a forma dos mais pobres criar mecanismos para sobreviver nessa selva repleta de monstros invisíveis.
Pois bem, algumas pessoas podem até se julgarem mais inteligentes pelo simples fato de ter nascido em ambientes familiares de alto padrão econômico, frequentado escolas particulares bem gabaritadas, ter em seu DNA a ilusão que esses critérios podem fazer uma pessoa mais inteligente do que outros pobres mortais filhos da pobreza e da desigualdade social. É possível que essas pessoas que herdaram muitos benefícios e padrão de vida mais avantajado, tenham mais possibilidades de conhecimento e instrumentos de natureza material e deteriorável para construir o seu mundo, por outro lado, as menos favorecidas e as vezes injustiçadas precisam desenvolver suas cognições e habilidades intelectuais, se utilizando de artifícios puramente com propensão e o dom do auto desenvolvimento de sua inteligência natural e real.
A capacidade de pensar as coisas do mundo, os problemas de nível mais pluralizado e humanizado, está justamente naqueles que precisam se esforçar para sobreviver nesse “imenso mar de desequilíbrio global e injustiça social”. Ser pobre, oriundo de famílias simples, não deixa explicito a incapacidade de pensar, agir, interagir e ressurgir do mundo ilusório que criaram para enclausurar os sonhos e a liberdade. Pode ser o avesso, é possível que essa situação crie mecanismos para superar as dificuldades e vencer o desequilíbrio de valores existentes entre nós. Muitos que estão acima da pirâmide dos poderes econômicos e dominadores, insistem em permanecer em seu mundo do “tudo” e deixar o mundo do “nada” para os que são usados na base de sustentação da perversa pirâmide que separa os povos, escravizando os grandes e pequenos pensadores da vida sofrida e oprimida.
Que os grandes usurpadores dos planos de um mundo menos desigual, sintam que os usurpados estão pensando em acordar e dar nova direção a essa ordem desordenada, precisam matutar para revolucionar um novo mundo, criando instrumentos de equidade, oportunidades, para massificar as verdades vindas com o dom do pensamento cognitivo,  garimpado do subsolo de suas dores, que venham acalentar e nortear o caminho de uma nova jornada de paz e equilíbrio, nesse mundo dos inteligentes prendados pela força do bem.

sábado, 30 de junho de 2018

Filarmônica 6 de Agosto de Pé de Serra estará no 02 de Julho em Salvador

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Maestro e coordenador Rildo Rios e a Lira 6 de Agosto em Pé de Serra

O cortejo a 02 de Julho é considerado o mais importante evento histórico e cultura da Bahia. 

A Filarmônica Lira 6 de Agosto estará presente no Desfile em comemoração a 02 de Julho neste ano de 2018. Para o maestro e coordenador da Entidade Rildo Rios, é uma conquista fundamental para o desenvolvimento das atividades do Ponto de Cultura Sons da Vida, assim como de grande valia para a história da nossa querida Filarmônica, que completará esse ano 94 anos de existência, e vem ao longo dos tempos disseminando a cultura musical do município, formando novos músicos e musicistas e cooperando para a transformação social através da música e desenvolvimento humano.
É uma oportunidade pioneira, visto que há muito tempo a Lira 6 de Agosto vem tentando participar do Desfile, e este ano através do Edital 01/2018 da Fundação Cultural da Bahia, foi elaborado e encaminhado o projeto, sendo que foi avaliado pela comissão de seleção, ficando na 8ª colocação no total de 10 Bandas Filarmônicas que irão participar desse glorioso Evento.
Resultado de imagem para filarmonica lira 6 de agostoApesar de não ter apoio da Prefeitura de Pé de Serra, a Entidade tem ajuda da comunidade, dos integrantes e apoio da Secretaria de Cultura da Bahia, Dos Pontos de Cultura da Bahia e do Ministério da Cultura, pois a mesma através de seu Ponto de Cultura Sons da Vida, desenvolve atividades educativas relacionadas à música e a cultura.
O embarque será de domingo para segunda às 02:00, com previsão de chegada em Salvador às 06:00 do dia 02 de Julho, considerando que a concentração das Bandas foi determinada pela Funceb no ponto de apoio.
Acreditamos que é um momento muito importante, para o município de Pé de Serra (apesar do abandono pelo poder público), para todos os músicos e musicistas, assim como seus familiares que apoia o trabalho da nossa querida Lira 6 de Agosto.
A Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 19 de fevereiro de 1822 e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção da então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da Independência do Brasil.

Da Edição